Green Day
U2
Rolling Stones
The White Stripes
The Who
A continuação do mega sucesso de 2008 começa do ponto onde a
história terminou no primeiro. Todo mundo já sabe que o bilionário Tony Stark é
o Homem de Ferro, que aproveita sua fama e popularidade da maneira que ele faz
melhor: se divertindo pra valer. Mas o governo não gosta nadinha que Tony tenha
acesso a tanta tecnologia para benefício próprio. Além disso, ele ainda
enfrenta a interferência do seu concorrente em armamentos, Justin Hammer,
interpretado pelo ator Sam Rockwell. A situação piora quando por vingança o
Russo Ivan Vanko se transforma no Chicote Negro e tenta arruinar a vida de
Tony. A partir daí, o que se vê é ação e efeitos especiais da melhor qualidade.
O roteiro então, nem se fala.
O diretor Jon Favreau provou mais uma vez ser o cara certo
pra comandar o projeto. Repetindo o que fez no primeiro filme, ele deu total
liberdade para o elenco improvisar, e também dar sugestões para o enredo.
Aliás, Favreau teve uma maior participação nessa sequencia, voltando a fazer o
motorista de Tony Stark, Happy Hogan. Repare nas cenas em que ele aparece.
Hilárias, não? E o que dizer de Tony Stark, digo, Robert Downey Jr, que repetiu
o show de atuação do filme anterior e mais uma vez se confundiu com o
personagem? Pra deixa o filme ainda mais explosivo o ator escolhido para
interpretar o vilão Chicote Negro foi nada mais nada menos que o “lutador”
Mickey Rourke. Gwyneth Paltrow voltou a fazer a dedicada Pepper Potts, mas foi
Don Cheadle quem fez o coronel James Rhodes dessa vez. Finalmente Nick Fury
saiu das cenas pós-créditos e entrou de vez no filme. Bem, nem tanto assim.
Deixando as
ironias de lado e voltando ao que interessa, The Wall revolucionou o mundo da
música ao ser lançado pela primeira vez no início dos anos 80 como um disco
duplo, turnê e um filme, que já teve um artigo aqui no somos o que fomos. A sua
turnê foi considerada absurda na época, e impressionou a geração que só havia
visto o Gene Simmons cuspir fogo no palco e ainda achava grande coisa nisso.
Foram gastos milhões de dólares em equipamentos de som e efeitos especiais, o
mais incrível era o gigantesco muro que era montado durante a apresentação, e
que no fim do show, era completamente destruído, o álbum, assim como a turnê,
fizeram do Pink Floyd o que eles hoje representam, e nos presenteou com clássicos
como ‘’Hey You’’ e o hino imortal ‘’Another Brick in The Wall’’.
