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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Bandas no mundo dos Simpsons

Pois é galera, todo mundo aqui já assistiu a família amarela de Springfield, e sabe também que muita gente famosa já passou por lá, e varia de músicos até astros de Hollywood. Como hoje eu dedico o dia para a música, fiz uma pequena lista de alguns músicos que já passaram por Springfield, até bandas com participação do Homer no vocal. Segue aí a lista:

Green Day

U2
 
Rolling Stones 

The White Stripes

The Who

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ramones - Live At Musikladen



Provavelmente você já conhece esse nome, Ramones, se você não escutou ainda, é certeza que já viu alguém andando por aí com uma blusa deles. Então, estou aqui apenas para apresentar um ótimo show da banda filmado em 1978, na turnê europeia da banda, tocando em Berlim. A banda já contava com o baterista Marky Ramone, que entrou na banda no mesmo ano.

Tipicamente, o show não dura nem uma hora, porém, conta com mais de 20 músicas. Como era de se esperar, a banda toca uma música após a outra, não dando um descanso qualquer. Mesmo em casa, apenas assistindo o DVD, não tem como não sentir o Punk nas músicas, que faz com que você faça qualquer movimento que seja, de um simples balançar de cabeça até uma dança maluca. Nessa época, Joey começou a engolir palavras, mudando algumas partes de músicas como Teenage Lobotomy e Pinhead. 

Enfim, como alguns não tem o DVD, aqui está o vídeo do show completo no bom e velho Youtube. Tem que assistir para poder sentir o puro Punk, vale a pena conferir! Hey Ho! Let’s Go!


Por: A. Florêncio

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Homem de Ferro 2


Sensacional! De todas as palavras que vieram á minha cabeça, essa foi a que eu achei mais adequada para definir de uma maneira simples e objetiva o filme. O tal filme em questão, como você talvez já tenha percebido, é “Homem de Ferro 2” .

A continuação do mega sucesso de 2008 começa do ponto onde a história terminou no primeiro. Todo mundo já sabe que o bilionário Tony Stark é o Homem de Ferro, que aproveita sua fama e popularidade da maneira que ele faz melhor: se divertindo pra valer. Mas o governo não gosta nadinha que Tony tenha acesso a tanta tecnologia para benefício próprio. Além disso, ele ainda enfrenta a interferência do seu concorrente em armamentos, Justin Hammer, interpretado pelo ator Sam Rockwell. A situação piora quando por vingança o Russo Ivan Vanko se transforma no Chicote Negro e tenta arruinar a vida de Tony. A partir daí, o que se vê é ação e efeitos especiais da melhor qualidade. O roteiro então, nem se fala.

O diretor Jon Favreau provou mais uma vez ser o cara certo pra comandar o projeto. Repetindo o que fez no primeiro filme, ele deu total liberdade para o elenco improvisar, e também dar sugestões para o enredo. Aliás, Favreau teve uma maior participação nessa sequencia, voltando a fazer o motorista de Tony Stark, Happy Hogan. Repare nas cenas em que ele aparece. Hilárias, não? E o que dizer de Tony Stark, digo, Robert Downey Jr, que repetiu o show de atuação do filme anterior e mais uma vez se confundiu com o personagem? Pra deixa o filme ainda mais explosivo o ator escolhido para interpretar o vilão Chicote Negro foi nada mais nada menos que o “lutador” Mickey Rourke. Gwyneth Paltrow voltou a fazer a dedicada Pepper Potts, mas foi Don Cheadle quem fez o coronel James Rhodes dessa vez. Finalmente Nick Fury saiu das cenas pós-créditos e entrou de vez no filme. Bem, nem tanto assim.




Talvez a grande surpresa do filme tenha sido a viúva negra, que foi divinamente encarnada pela bastante notável atriz Scarlett Johansson. Pra se ter ideia do tamanho da notoriedade dessa mulher, durante as filmagens do filme, Jon Favreau postou no twitter a seguinte mensagem: “primeiro dia de Scarlett no set com as roupas da viúva negra. Nunca se viu uma equipe tão quieta, tão rápido.” Não é exagero dizer que ela foi a responsável por grande parte da bilheteria do filme, principalmente entre os homens, que assim como eu, clamam por um filme dedicado somente a ela. Fica aqui a sugestão.

Por: M. Junior

AC/DC – Iron Man 2


Se você está aguardando o filme "Os Vingadores" tão ansioso e não sabe o que fazer até lá? Que tal escutar uma boa música e relaxar? Não sabe qual a trilha sonora ideal? Nós sabemos! O bom e velho rock and roll é o melhor, mas não é qualquer um não! O ideal mesmo, é AC/DC! Esse sim, se pode escutar várias vezes até a estréia do filme... Se você ainda tem dúvidas de qual álbum escutar, não tem problema, nós diremos também. O que você procura é a coletânia do AC/DC, o Iron Man 2.

O álbum, contém os maiores hits da banda, e que tem uma sicronia muito boa com o filme Iron Man 2, conseguindo juntar as imagens com o áudio, e transformando esta experiência muito agradável. O álbum foi anunciado em 26 de janeiro de 2010 e é visto como sendo usado do mesmo modo como foi Who Made Who no filme Maximum Overdrive de Stephen King, não como uma compilação dos maiores sucessos, mas uma coletânea da banda, mesmo contendo alguns de seus grandes sucessos.

As músicas do álbum:
01. Shoot To Thrill
02. Rock ‘N’ Roll Damnation
03. Guns For Hire
04. Cold Hearted Man
05. Back In Black
06. Thunderstruck
07. If You Want Blood (You’ve Got It)
08. Evil Walks
09. T.N.T.
10. Hell Ain’t A Bad Place To Be
11. Have A Drink On Me
12. The Razor’s Edge
13. Let There Be Rock
14. War Machine
15. Highway To Hell



Bem, é isso, mais um passatempo para que você possa distrair seus pensamentos enquanto o dia 27 não chega. Espero que tenham gostado, até a próxima, Avengers!

Por: A. Florêncio

domingo, 22 de abril de 2012

Especial - Os Vingadores



Como você já sabe, próxima sexta feira, dia 27, será o dia da estreia do filme mais esperado dos últimos tempos; “Os Vingadores”. Para não deixar esse feito histórico passar em branco, nós do Somos o que Fomos preparamos um “Especial da semana”, exclusivamente dedicado aos maiores heróis da terra. Tudo o que você precisa saber sobre quadrinhos, games, cinema e até música relacionados aos vingadores estará aqui, durante toda a semana. E aqui fica a nossa primeira matéria: A história dos Vingadores- Parte Um.
A História dos Vingadores parte dois.
Filmes : Homem de ferro 
O Incrível Hulk
Homem de Ferro 2
Thor
Capitão América
Jogos relacionados : Marvel Nemesis: Rise of the Imperfects
Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes
Música: AC/DC- Iron Man 2


Os Vingadores- O filme

quinta-feira, 5 de abril de 2012

The Wall Retorna ao Brasil





Recentemente, Roger Waters, ex-líder do Pink Floyd, voltou ao Brasil com a sua eterna turnê ‘’the wall’, e mais uma vez impressionou os espectadores com o seu grandioso espetáculo. Bom, não era pra menos, quem assistiu ao show teve que desembolsar uma significante quantia de 900 reais. Sem problema, estamos no Brasil, que segundo a Dilma, é ‘’um país rico e sem pobreza’.

Deixando as ironias de lado e voltando ao que interessa, The Wall revolucionou o mundo da música ao ser lançado pela primeira vez no início dos anos 80 como um disco duplo, turnê e um filme, que já teve um artigo aqui no somos o que fomos. A sua turnê foi considerada absurda na época, e impressionou a geração que só havia visto o Gene Simmons cuspir fogo no palco e ainda achava grande coisa nisso. Foram gastos milhões de dólares em equipamentos de som e efeitos especiais, o mais incrível era o gigantesco muro que era montado durante a apresentação, e que no fim do show, era completamente destruído, o álbum, assim como a turnê, fizeram do Pink Floyd o que eles hoje representam, e nos presenteou com clássicos como ‘’Hey You’’ e o hino imortal ‘’Another Brick in The Wall’’.

The wall nada mais é que um relatório biográfico do próprio Roger Waters, tanto que na época de seu lançamento, anúncios estampavam os dizeres: The wall - criado e dirigido por Roger Waters e executado por Pink Floyd. Waters possui todos os direitos da obra, e talvez sobreviva até hoje graças a ela.

Após mais de 30 anos do seu lançamento como disco, filme e turnê, The Wall continua impactante e atual até os dias de hoje, talvez até tenha sobrepujado o seu criador e ate mesmo o Pink Floyd.


Por: Marcelo Junior

quinta-feira, 29 de março de 2012

Grandes nomes da música tocando covers - Part. II

Pois é, a lista das grandes bandas tocando covers de outras bandas grandes ou nem tanto é realmente enorme. Hoje, estou trazendo a segunda parte da série de covers aqui no blog e espero (pois é, eu realmente espero que isso seja possível) que haja outros vários volumes desta grande coluna aqui do Somos O Que Fomos.

Matanza - My Treasure
Para começar, o grande Motorhead Brasileiro tocando o bom e velho Johnny Cash. Nesse caso, não passar apenas de uma música, e sim de um CD completo em tributo ao Johnny Cash, To Hell With Johnny Cash.


Deep Purple - Sweet Child O' Mine
Isso mesmo, a velha banda de hard rock tocou o hit do Guns! Pena que foi apenas a introdução da música. Neste vídeo, o show rolou em Fortaleza, e eu com meus companheiros de blog podemos prestigiar este fato tão histórico para essa cidade. A banda também tocou outros hits de outras bandas como Mr. Crowley e Whole Lotta Love.

 
Metallica - Am I Evil?
E aqui está o Metallica de novo... A música Am I Evil quase sempre encerra os shows da banda, mas o que muita gente não sabe é que essa música é do Diamond Head. Esta banda foi uma grande influência para os integrantes da banda, tanto é que até mesmo o Megadeth segue a mesma influência. No vídeo, a banda toda troca de lugar. Lars vai para o vocal, James para a bateria, Kirk para o baixo e Jason na guitarra. Puro Trash Metal!!!


Megadeth - Master of Puppets
Bem, eu não entendi muito esse cover... Não consegui descobrir quando foi gravadou ou qualquer coisa que seja. Mas de qualquer forma, pode-se constatar de que realmente é um cover do Megadeth. Nada para se fazer, apenas apreciar...

Bom, é isso. Espero que eu coloque aqui mais algumas músicas legais... Até lá.

Por: A. Florêncio

domingo, 18 de março de 2012

Matanza em Fortaleza


Pois é, ontem (17) a cidade de Fortaleza tremeu com o som de countrycore do Motorhead brasileiro, o MATANZA! Como era de se esperar, o show foi foda, recheado de pancadaria e de bebidas por todo lado. O que me agradou lá, foi ver a galera da roda punk sabendo "brincar" lá, sem querer brigar ou levar nada a sério, além da brisa do mar que batia na galera, dando uma refrescada legal.


Mas enfim, a banda tocou um grande repertório de aproximadamente uma hora e meia, contando com as melhores músicas, tanto do último álbum como também músicas dos outros discos. Jimmy, como sempre sendo aquele cara malvado, conseguiu levantar todos que estavam lá e fez valer qualquer coisa para poder ir pro show.







Lá também ocorreu o concurso Miss Caminhão, aquela safada que roubou meu caminhão, com algumas lindas garotas para animar a galera. A harmonia da banda com o público era, e ainda é, grande, fazendo com que haja respeito entre os dois lados e que todos possam aproveitar a apresentação ao máximo. E assim como o Sr. Monteiro disse na matéria da Roda Punk(aqui), não tem nada melhor para diminuir o estress como uma roda punk bem agitada ao som de countrycore do Matanza.

Bem, é isso, o show vai deixar saudades para quem foi. Até a próxima!


Por: A. Florêncio

quarta-feira, 14 de março de 2012

40 anos de Machine Head


 No último dia 10 de março, completaram-se exatamente quatro décadas do lançamento do clássico álbum do deep Purple, Machine Head. Pode até ser equivocado classificá-lo como o melhor ou o mais importante da banda, se compararmos a outros como o In Rock ou Fireball, mas é unânime afirmar que o disco contém um dos maiores, senão o maior, riff da história do rock 'n' roll de todos os tempos. Exatamente, eu me refiro a Smoke On The Water. A música foi inspirada em um acontecimento real, um incendio no cassino em que a banda se apresentava, e foi lá mesmo que o guitarrista Ritchie Blackmore iluminou-se, e ganhou a inspiração necessária para criar o famoso riff.


 Blackmore jamais imaginara que a sua criação entraria para a história, ao lado de outros clássicos como Johnny B. Goodie, Satisfaction, Paranoid, entre tantos outros que jamais serão esquecidos até os próximos mil anos. Além desta famosa canção, Machine head trouxa outras duas, também clássicas e que afirmaram o Deep Purple como uma das bandas precursoras do Hard Rock, tal como o conhecemos hoje. Highway Star, que além de ser a música-abertura do disco, é também a de abertura dos shows do Purple até hoje, e Space Truckin', que tem um daqueles refrões grudentos e que faz a galera cantar em coro.



 Como todos sabem, o Deep Purple é conhecido por ter mudado de formação inúmeras vezes, mas isso não impediu que os clássicos que foram citados deixassem de serem tocados nos shows. Aliás, eu e meus companheiros de blog tivemos a oportunidade de assistir a um desses shows da banda, em Outubro de 2011, quando os caras fizeram uma turnê e passaram por várias cidades brasileiras, inclusive em Fortaleza. Não posso descrever minhas impressões daquele dia histórico, senão acabo de vez com a matéria, então fica para a próxima. Então, voltando ao nosso assunsto principal, se você não ouviu o Machine Head ainda, eu nem preciso recomendar, a matéria já faz isso por mim. Ouça-o bastante alto, e se o vizinho reclamar, aumente ainda mais. Espero que tenham curtido, e até a próxima com mais um clássico.

                        



Por: M. Júnior

sábado, 10 de março de 2012

Dica de Filme: Pink Floyd The Wall


Pink Floyd The Wall é um filme em live-action/animação musical produzido no ano de 1982 pelo diretor britânico Alan Parker, baseado no álbum The Wall, da banda Pink Floyd. O roteiro foi escrito pelo vocalista e baixista da banda, Roger Waters, e possui poucos diálogos, sendo mais metafórico e movido pelas músicas de fundo sendo interpretadas e sequências de animação, dirigidas pelo cartunista político Gerald Scarfe. Apesar de Waters ter cogitado para o papel do protagonista do filme, o músico e ator Bob Geldof, da banda punk The Boomtown Rats, estrela como o roqueiro frustrado Pink.

Para quem é fã da banda, sempre fica louco ao assistir esse filme. A maneira que ele foi feito, se baseando totalmente nos dois discos (nota-se que o álbum veio primeiro, já aí você imagina a genialidade da banda), seguindo música por música as cenas. Apenas duas músicas estão de fora do filme.  No disco, pode-se notar a perfeita combinação de Rogers e David, e as histórias do filme/músicas são todas baseadas na vida de Rogers. Toda sua vida aparece no filme, desde a morte de seu pai quando ainda era um bebê, como também da sua vida após se tornar um grande músico internacional com todos os problemas que conseguiu com sua mãe e esposa, e principalmente as drogas. Enfim, antes de acabar com essa dica do dia, vou deixar a história do filme que eu achei no Wiki aqui para vocês entenderem melhor.

"O filme trata da construção de um muro metafórico, que se trata de isolamento e alienação.
Pink é um roqueiro, uma das causas para seu comportamento depressivo. Pink começa o filme em um quarto de hotel que ele acabou de devastar, ao som de Vera Lynn cantando "The Little Boy that Santa Claus Forgot". Revela-se na cena seguinte que o pai de Pink morreu na Segunda Guerra Mundial ("When the Tigers Broke Free", Parte 1) - referência a Eric Fletcher Waters, o pai de Roger Waters, que morreu na Itália, durante a Batalha de Anzio em 1944. Pink começa a se ver como um ditador, cenas de tumulto e da Segunda Guerra. ("In The Flesh?") Segue a infância de Pink nos anos 50, ("The Thin Ice") com ele questionando a ausência de seu pai ("Another Brick In The Wall (Part I)") até aprender que este morreu na guerra ("When the Tigers Broke Free", Parte 2) ("Goodbye Blue Sky"). Na escola, é humilhado por compor poemas ("The Happiest Days Of Our Lives") - as letras de "Money", de The Dark Side of the Moon - e começa a pensar em se rebelar ("Another Brick In The Wall (Part II)"). Também sofre com sua mãe superprotetora ("Mother"). Pink cresce, se torna um astro de rock e, sem suportar a pressão, cai em depressão. Passa então a negligenciar a esposa,que se envolve com outro homem, e Pink se vinga comprando posses caras ("What Shall We Do Now"), e levando uma groupie para seu quarto. ("Young Lust") Eventualmente esta vai embora após Pink surtar e destruir seu quarto. ("One Of My Turns").

Pink começa a enlouquecer ("Don’t Leave Me Now")("Another Brick In The Wall (Part III)")("Goodbye Cruel World"), eventualmente raspando todos os pelos do corpo ("Is There Anybody Out There?") - referência a Syd Barrett, ex-membro da banda que apareceu nas gravações de Wish You Were Here sem sobrancelhas e pelos - e após tentar se reconectar a seu passado ("Nobody Home") começa a se ver como um ditador Neo-nazista ao assistir The Dam Busters ("Vera") ("Bring the Boys Back Home"). O empresário de Pink, junto com o gerente do hotel e alguns paramédicos, descobrem Pink e injetam drogas nele para que este possa se apresentar. ("Comfortably Numb") As drogas levam Pink a alucinar, imaginando ser um ditador, seu show uma manifestação. ("In The Flesh") Pink manipula a platéia e usa seu poder para que a platéia siga em frente e “limpe o mundo dos males das sociedades”, e seus seguidores atacam minorias étnicas e estupram a namorada branca de um negro. ("Run Like Hell") Pink faz uma apresentação cantando enquanto martelos em passo de ganso andam sobre Londres. ("Waiting for the Worms").

Então Pink tem um colapso ("Stop"), e vai para um banheiro onde recita poemas (que mais tarde se tornaram as canções "Your Possible Pasts" de The Final Cut e "5:11 AM (The Moment Of Clarity)" do álbum de Roger Waters The Pros and Cons of Hitch Hiking). Pink declara-se cansado de viver assim e pede para voltar a ser quem era antes. Segue-se então um julgamento na sua mente, onde ele encara seu passado. Pink é uma pequena boneca que mal se move, o juiz é um par gigantesco de nádegas, o advogado é uma figura alta e ameaçadora. Mãe, esposa e professor (este último, uma marionete) depõem contra ele, e a sentença do juiz é que cesse seu isolamento do mundo externo. ("The Trial") O muro se destrói, e crianças caminham na rua entre seus destroços. ("Outside the Wall")."


Por: A. Florêncio(Texto entre áspas retirado do Wikipédia)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Grandes nomes da música tocando covers

Isso mesmo, não são apenas aquelas bandinhas de bairro que fazem covers, os grandes nomes da música fazem o mesmo! Claro que eles fazem isso moderadamente, pois eles ainda mantém a posição de músico. Enfim, existem milhares de milhares de covers na internet, mas vou colocar aqui apenas os meus preferidos.

Megadeth - Paranoid

A música em si, já é uma obra de arte, mas a banda Megadeth, transformou esse hino do Heavy Metal em puro Trash!

Kurt Cobain - Run To The Hills

Pois é, por incrível que pareça, o líder do Nirvana toca a introdução da música do Iron Maiden antes de destruir sua guitarra...

Metallica - Smoke On The Water

Um dos riffs mais tocados no mundo, agora também na versão Trash!

Motorhead - Enter Sandman

Uma das melhores músicas do Metallica, cantada por umas das vozes mais marcante da música.

Enfim, espero que vocês tenham gostado. Até a próxima!


Por: A. Florêncio

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Metal: A Headbanger's Journey e Global Metal


Dois documentários que valem a pena ser vistos.

‘’Metal: A Headbanger's Journey’’ é um documentário lançado em 2005, dirigido por Sam Dunn com Scot McFadyen e Jessica Wise. O filme nos leva em uma jornada pela historia do heavy metal. O antropólogo canadense Sam Dunn de 31 anos, que escuta o estilo musical desde os 12, nos mostra as origens do metal, o que ele originou e suas maiores controvérsias.

Global Metal
‘’Global metal’’ é a continuação de ‘’Metal: A Headbanger's Journey’’, que agora, nos mostras como o heavy metal influencia de diferentes formas em diversos tipos de pessoas, nas mais variadas culturas. Com esse segundo documentário, percebemos o quanto o estilo é poderoso em vários lugares que a gente não fazia idéia que ele poderia existir. Sam Dunn passa por vários países, entre eles, Japão, China, Índia e ate o Brasil, onde ele conversa com grandes nomes do metal brasileiro, como Max Cavalera (ex-integrante da banda sepultura) e Rafael Bittencourt (cofundador e guitarrista da banda brasileira de Power metal, Angra).



Para quem é fã de heavy metal, esses dois documentários são um prato cheio de informações, não só para headbangers, como também para quem está começando a escutar o estilo e quer conhecer mais sobre o assunto.



sábado, 25 de fevereiro de 2012

Seventh Son of a Seventh Son em HQ


Isso mesmo, um álbum de uma das maiores bandas de rock foi transformando em uma história em quadrinhos. A revista traz, em suas 52 páginas, a adaptação de todo o disco, esboços de capas, rascunhos de páginas e estudos de personagens, além de todas as letras das oito músicas do álbum com as respectivas traduções.

A história se passa por um filho de um sétimo filho, e de acordo com as profecias, ele seria de alguma forma, especial. Pois é, ele nasceu com alguns poderes, tais como poder prever o futuro. Mas Lúcifer deseja a alma dele para conseguir mais almas, então ele vive levando os sonhos do sétimo filho para os piores pesadelos possíveis...

É uma história bastante legal, faz várias citações de Aleister Crowley e o mais legal, é que a história segue todo o tempo das músicas de uma forma espetacular. Enfim, para quem curte ler quadrinhos ou apenas é fã do Iron Maiden (ou dos dois, o que seria melhor) é uma grande dica. Bem, é isso e até a próxima.

Por: A. Florêncio

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Música brasileira ainda é boa

Muita gente sabe que faz anos que a qualidade musical dos músicos brasileiros vem caindo desde os tempos de Raul e Legião Urbana. Hoje, cada região conseguiu adotar um certo padrão de música, algo rotineiro. No Nordeste temos o Forró e a Swingueira, que vem lá da Bahia, já no Sudeste, há o Funk nos Bailes do Rio.

Contudo, sempre haverá uma esperança para agradar nossos ouvidos. Agora, já não é mais tão necessesário escutar músicas estrangeiras para nos agradar, pois temos uma grande Setlist Nacional. Eu poderia passar o dia inteiro escrevendo sobre ótimas bandas, mas não. Não, porque, afinal, quem iria ter paciência de ler e escutar todas? Pois é, irei recomendar algumas das bandas que estou escutando com mais frequência. Algumas são já bem conhecidas, outras, não.

- Rock Rocket
Rock Rocket é uma banda de SP, com um som bruto de punk e rock and roll. Som muito influente, simples e direto.


- Selvagens à Procura de Lei
Os mucambos (assim chamados pelos fãs), é uma banda de Fortaleza nova, mas que já tem chamado atenção de muita gente por suas ótimas músicas.


-Matanza
Esse com certeza eu vivo escutando, e eu considero uma das maiores bandas nacionais da atualidade. Um som muito mestíço, que junta o hardcore punk, country e heavy metal, que acabou formando algo tipo "countrycore".




Bem, por hoje fica apenas essas bandas, quem sabe eu indique mais algumas futuramente...  Enfim, é isso. Obrigado pela leitura e até a próxima!


Por: A. Florêncio

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Airbourne


Airbourne é uma banda australiana "recém nascida" de hard rock. Formada em Warrnambool, Victoria, na Austrália. A formação (atual) conta com Joel O'Keeffe (vocais/guitarra solo), David Roads (guitarra base), Ryan O'Keeffe (bateria/backing vocals) e Justin Street (baixo/backing vocals).

A banda foi formada em 2003 pelos irmãos Joel e Ryan O'Keeffe. Joel pegou sua primeira guitarra aos 11 anos de idade e Ryan teve seu primeiro Kit de Bateria com 15 anos. Joel conheceu David Roads quando os dois trabalhavam no Warrnambool Hotel. O Baixista Justin Street foi encontrado em 2003 em uma festa por Ryan, enquanto Ryan tocava bateria, Justin o acompanhava no baixo.



O Airbourne é uma banda jovem, com integrantes de 19-20 anos, que trás a volta do bom e velho Hard Rock dos anos 70. Com o tom característico da banda AC/DC, influenciando-se em Motörhead e Kiss, eles vêm lotando estádios na Austrália e fazendo grande sucesso com os fãs de Hard Rock.

A banda já até tocou com grandes nomes, como The Rolling Stones e  Mötley Crüe. Lançaram três álbuns de inéditos: o EP Ready to Rock em 2004, Runnin' Wild em 2007 e o No Guts. No Glory em 2010. Suas músicas estão presentes em vários jogos eletrônicos, por exemplo: Tony Hawk's Proving Ground, Need for Speed: ProStreet, skate., NFL Tour, Burnout Paradise, NHL 09, NASCAR 08 e Guitar Hero World Tour.

Enfim, esta é uma grande banda e com certeza será lembrada como "a banda que salvou o rock and roll na minha época" quando os jovens de hoje se tornarem os vovôs do rock de amanhã. Fica aí outra grande dica musical para quem é fã de um bom Hard Rock. Obrigado pela leitura e até a próxima! Não se esqueçam de julgar e comentar. Aceitamos críticas e elogios.


Por: A. Florêncio

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lightning to the Nations



Bem, não tenho muito o que falar sobre este CD, apenas que foi de grande importância para o mundo da música, principalmente no Heavy Metal. Lightning To The Nations é o primeiro disco da banda britânica, Diamond Head. Conta com o grande hit da banda, "I Am Evil?", cujo a banda Metallica faz cover. A banda fez parte da New Wave of British Heavy Metal. O álbum também é considerado o 3° melhor "Riff Album" da história.

Originalmente, o CD não tinha nome, e foi batizado como "White Album", pelo fato da capa não ser nada além das assinaturas dos integrantes em fundo branco. Teve de ser feito isso, para poder baratiar o custo de impressão, já que eles não tinham quem pudesse ajudar a pagar, ou patrocínio, etc. Contudo, o White Album do Diamond Head, só foram feitas 1000 cópias, atualmente consideradas raras.


A banda em si, exerceu, e continua exercendo, bastante influência em bandas de Heavy Metal. É possível notar ao escutar Metallica e Megadeth, cujo os integrantes são enormemente fãs do Diamond Head. Lars Ulrich, o baterista do Metallica, chegou até a viajar de um país para outro apenas para poder assistir o show do Diamond Head.

O disco conta com apenas 7 músicas, como I Am Evil, Helpless, Sucking My Love, entre outras. Os solos são únicos e melódicos. Riffs pesados e marcantes. Eis um grande disco!


Contudo, este CD mudou minha visão sobre o Heavy Metal, e também a forma de interpretar as músicas. Por isso, vim aqui para divulgá-lo. Para quem curte um bom Heavy Metal, ou ainda não conhece, aí está a dica para qualquer um poder aproveitar. É isso então, até a próxima!


Por: A. Florêncio

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Alguns dos clipes mais heterossexuais (machistas, na verdade) da música.

Nota sobre a matéria: A lista leva em consideração o clipe, não a música, letra ou melodia. Caso você ache que está faltando algum clipe, ou algum desta lista não merece estar aqui, dê sua sugestão. As imagens NÃO são recomendadas para menores de 18 anos.


Marilyn Manson – (s)Aint
Bem, como todos sabem, esse tal de Marylin Manson gosta de fazer polêmica. Pois é, eu começo essa lista com um clipe não fora deste “padrão”. Um clipe que envolve nudez, sexo, drogas e rock... É praticamente um sonho de um adolescente rebelde que acha que pode tudo. Contudo, esse vídeo pode entrar em nossa pequena e humilde lista.





Matanza - Clube Dos Canalhas
Esse clipe, mostra o modo de viver de cada Canalha. E se você acha que não participa do clube, não se preocupe, pois todo macho de verdade tem um pouco de canalha no fundo da alma.



Motley Crue – Girls Girls Girls
Neste clipe, ele pode não ter muitas cenas de nudez ou de sexo… Mas não se preocupe, ele compensa com muita sensualidade, MUITA mesmo. Várias groupies no Poli Dance (e elas sabem fazer isso muito bem, por sinal), abusando de suas manobras que deixa qualquer um com o Paul na mão.
                                          
                        




Agora a porra ficou séria (literalmente), caro amigo leitor. Estes vídeos são tão... tão bons, que nem o YouTube é capaz de suportá-lo pois a pressão é grande...... Se preparem.Para visualizá-los, vocês terão de ir no link. A responsabilidade e a curiosidade é de vocês. Mas vão, eu recomendo.



Rammstein – Pussy
Eis uma banda de respeito, e que é uma das minhas favoritas, o Rammstein. Eles elevaram os modelos de clipes musicas à um novo patamar. Sem mais delongas, eis o vídeo.
http://www.rocktube.us/index.php?module=content&id=adlcRffweae


Jacuzzi Boys – Glazin
E aqui está o campeão! Para começar, este clipe foi feito por fãs (motivo pelo qual qualquer rockeiro, nerd tetudo ou qualquer pessoa quer ser um rockstar) que mandaram o vídeo para a banda. E sem nenhum problema, eles receberam de muito bem e simplesmente adotaram esse vídeo como o oficial para a música.
http://xmissy.nl/item/56621/jacuzzi-boys---glazin-official-





Pronto, eis uma lista humilde para aqueles que preferem assistir/escutar clipes a ir para um RedTube da vida... Façam bom proveito, cuidado para não deixar calos ou vestígios nas mãos ou em qualquer outro lugar e deixem o velho Paul descansar um pouco...

Por: A. Florêncio

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Roda Punk não é briga!


Muitos pais repudiam shows de rock por nada mais do que um simples e idiota preconceito, dizendo que só tem maluco (talvez estejam certo quanto a isso) e quando veem a gente assistir algum DVD em casa, comentam os tumultos no meio da multidão e chamam de brigas. Não só pais, mas muitas pessoas que não conhecem esse mundo do rock costumam confundir as coisas, e agir com preconceito diante da situação.

Sinceramente eu sinto um pouco de pena dessas pessoas, porque costumam guardar suas frustrações para si e não tem coragem de expressar o que estão sentido. Ao contrario do que acontece hoje em dia, o rock sempre teve essa missão de libertação, para você parar um pouco e pensar nas coisas que estão acontecendo ao seu redor, o que é certo, o que é errado e o que eu devo fazer a respeito. 

 
A roda punk é o reflexo disso, toda angustia e raiva são botadas pra fora espontaneamente nesse momento. Se você passou a semana inteira trabalhando, estudando e guardando todas essas emoções, no fim de semana após ter voltado de um show desses, provavelmente vai estar todo quebrado, mas ao mesmo tempo leve, em um perfeito estado de espírito, pronto para agüentar o chefe, os professores ou o capeta que for, gritando no seu ouvido novamente sem ter um surto de raiva, e é capaz ate de responder a altura não deixando nada mais te abalar.

Rock é vida e roda punk é o reflexo do quanto essa vida é boa. As pessoas que estão por um lado te batendo, por outro vai ser (ou não) a primeira a te levantar quando você cair, e com certeza ela é uma pessoa melhor do que muitos colegas que você tem que não valem nem o prato que comem, e é pouco provável que elas falem de você pelas costas. Pouco importa se você não a conhece, ai é que ta a beleza, você não precisa, você tem uma relação de amizade maior com um desconhecido do que com alguém que te enche o saco todo dia.


Ah! E quanto aos pais que tem esse estúpido preconceito com shows de rock, continue deixando seus filhos (as) irem pra shows por ai, com os melhores amigos, que você conhece tanto quanto um artista de televisão. Nunca vi brigas em shows de rock (não estou dizendo que não tem), que é muito comum em festas de funk, pagode, etc.

Essa é a minha opinião sobre shows de rock, roda punk e esse fabuloso mundo do rock. E você, deixaria sua filha ir pra esses shows que tem por ai? Continua achando que roda punk não é nada além de brigas? Deixe seu comentário aqui, conte para a gente suas experiências e shows de rock.

Por: L. Monteiro