domingo, 18 de março de 2012

Matanza em Fortaleza


Pois é, ontem (17) a cidade de Fortaleza tremeu com o som de countrycore do Motorhead brasileiro, o MATANZA! Como era de se esperar, o show foi foda, recheado de pancadaria e de bebidas por todo lado. O que me agradou lá, foi ver a galera da roda punk sabendo "brincar" lá, sem querer brigar ou levar nada a sério, além da brisa do mar que batia na galera, dando uma refrescada legal.


Mas enfim, a banda tocou um grande repertório de aproximadamente uma hora e meia, contando com as melhores músicas, tanto do último álbum como também músicas dos outros discos. Jimmy, como sempre sendo aquele cara malvado, conseguiu levantar todos que estavam lá e fez valer qualquer coisa para poder ir pro show.







Lá também ocorreu o concurso Miss Caminhão, aquela safada que roubou meu caminhão, com algumas lindas garotas para animar a galera. A harmonia da banda com o público era, e ainda é, grande, fazendo com que haja respeito entre os dois lados e que todos possam aproveitar a apresentação ao máximo. E assim como o Sr. Monteiro disse na matéria da Roda Punk(aqui), não tem nada melhor para diminuir o estress como uma roda punk bem agitada ao som de countrycore do Matanza.

Bem, é isso, o show vai deixar saudades para quem foi. Até a próxima!


Por: A. Florêncio

sábado, 17 de março de 2012

Simpsons Estrelando Filmes

Bem, acho que aqui TODOS gostam da família mais querida da ficção. Sim, estou falando deles, Os Simpsons! A série já está no ar a mais de 20 anos, e continua sendo uma das melhores séries de animação. E para todos que são fãs, não querem ver esta história acabar e quer que de qualquer forma ela continue. Você já parou para imaginar os Simpsons estrelando grandes filmes das telonas? Pois é, alguém teve essa ideia genial. Aqui vai alguns cartazes que iriam fazer um grande sucesso com eles.




sexta-feira, 16 de março de 2012

O Poderoso chefão


 Na ultima quinta feira, dia 15 de março de 2012, uma das maiores obras cinematográficas completou 40 anos. A adaptação do romance de Mario Puzo, “O poderoso chefão”, tem como diretor Francis Ford Coppola, um dos nomes mais cultuados da história do cinema e que teve grande influencia na nova Hollywood na década de 70. Francis estava no começo de sua carreira e a Paramount Pictures achou que além de ser barato, ele ia ser facilmente manipulado.

O filme se passa nas décadas de 40 e 50 e conta a historia da família “Corleone”, uma poderosa e influente família, que a comando de Don Vito Corleone controla os negócios ilegais em nova York.
O maior orgulho da vida de Vito é a sua família, que é mostrada em detalhes no decorrer do filme. Afeto, respeito e medo são as palavras que definem a relação das pessoas com Don Corleone. No começo do filme somos apresentados ao universo da família, nos envolvemos com ela e adquirimos um respeito. Logo depois, acompanhamos as crises e conflitos com outras famílias de nova York e vemos um de seus filhos, o menos envolvido, pegar o bastão e assumir a responsabilidade de comandar a família.

O roteiro é tão bom que nos envolvemos com a trama aos poucos, sem nos preocupar com o tempo e sem deixar nada para traz. Credito também da direção pela forma que nos conta a história, sem esquecer-se da brilhante atuação de Marlon Brando (odiado pelo estúdio que ameaçou despedir Coppola se mencionasse o nome de Brando mais uma vez), e Al Pacino que era motivo de piada para o estúdio, pelo fato de ser um ator desconhecido.




Conclusão: o estúdio errou feio quando achou que Coppola seria uma boa escolha por que poderia ser manipulado. O diretor quase foi demitido varias vezes e estourou o orçamento de 2,5 milhões para 6,5 milhões de dólares. Mas no fim todos ganharam. O filme ganhou três Oscars incluindo o de melhor ator, para Marlon Brando que não foi receber o premio, por detestar Hollywood. E nós, temos um clássico grandioso, rico em detalhe, sucesso de critica e publico.

Por: L. Monteiro

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sunset Riders


Sunset Riders é um jogo de velho oeste desenvolvido pela Konami em 1991, que posteriormente saiu para Mega Drive e Super Nintendo.
A trama é bem simples. Quatro caçadores de recompensa, Steve, Billy, Bob e Cormano, que percorrem o oeste dos Estados Unidos atrás dos vilões com a cabeça mais valiosa, estampada nos cartazes de procurado.

Dois personagens usam espingardas que cobrem uma área maior e os outros dois usam revólver que embora cubram uma área menor da fase, são mais rápidos. Cabe a você escolher o melhor, ou simplesmente o que parece ser mais legal. Na versão para Mega Drive só disponibiliza dois personagens: Billy e Cormano.

Ainda hoje eu passo minhas tardes jogando Sunset Riders. Por ser um game bem simples, é um bom jogo pra passar o tempo, na hora tédio e um ótimo jogo pra jogar com os amigos. Vamos combinar também, que seja onde for cowboys são sempre legais, seja procurando recompensa, lutando com zumbis, índios ou alienígenas. Vale muito a pena conhecer, ou relembrar os bons tempos da geração 16 bits.

Por: L. Monteiro

quarta-feira, 14 de março de 2012

40 anos de Machine Head


 No último dia 10 de março, completaram-se exatamente quatro décadas do lançamento do clássico álbum do deep Purple, Machine Head. Pode até ser equivocado classificá-lo como o melhor ou o mais importante da banda, se compararmos a outros como o In Rock ou Fireball, mas é unânime afirmar que o disco contém um dos maiores, senão o maior, riff da história do rock 'n' roll de todos os tempos. Exatamente, eu me refiro a Smoke On The Water. A música foi inspirada em um acontecimento real, um incendio no cassino em que a banda se apresentava, e foi lá mesmo que o guitarrista Ritchie Blackmore iluminou-se, e ganhou a inspiração necessária para criar o famoso riff.


 Blackmore jamais imaginara que a sua criação entraria para a história, ao lado de outros clássicos como Johnny B. Goodie, Satisfaction, Paranoid, entre tantos outros que jamais serão esquecidos até os próximos mil anos. Além desta famosa canção, Machine head trouxa outras duas, também clássicas e que afirmaram o Deep Purple como uma das bandas precursoras do Hard Rock, tal como o conhecemos hoje. Highway Star, que além de ser a música-abertura do disco, é também a de abertura dos shows do Purple até hoje, e Space Truckin', que tem um daqueles refrões grudentos e que faz a galera cantar em coro.



 Como todos sabem, o Deep Purple é conhecido por ter mudado de formação inúmeras vezes, mas isso não impediu que os clássicos que foram citados deixassem de serem tocados nos shows. Aliás, eu e meus companheiros de blog tivemos a oportunidade de assistir a um desses shows da banda, em Outubro de 2011, quando os caras fizeram uma turnê e passaram por várias cidades brasileiras, inclusive em Fortaleza. Não posso descrever minhas impressões daquele dia histórico, senão acabo de vez com a matéria, então fica para a próxima. Então, voltando ao nosso assunsto principal, se você não ouviu o Machine Head ainda, eu nem preciso recomendar, a matéria já faz isso por mim. Ouça-o bastante alto, e se o vizinho reclamar, aumente ainda mais. Espero que tenham curtido, e até a próxima com mais um clássico.

                        



Por: M. Júnior

sábado, 10 de março de 2012

Dica de Filme: Pink Floyd The Wall


Pink Floyd The Wall é um filme em live-action/animação musical produzido no ano de 1982 pelo diretor britânico Alan Parker, baseado no álbum The Wall, da banda Pink Floyd. O roteiro foi escrito pelo vocalista e baixista da banda, Roger Waters, e possui poucos diálogos, sendo mais metafórico e movido pelas músicas de fundo sendo interpretadas e sequências de animação, dirigidas pelo cartunista político Gerald Scarfe. Apesar de Waters ter cogitado para o papel do protagonista do filme, o músico e ator Bob Geldof, da banda punk The Boomtown Rats, estrela como o roqueiro frustrado Pink.

Para quem é fã da banda, sempre fica louco ao assistir esse filme. A maneira que ele foi feito, se baseando totalmente nos dois discos (nota-se que o álbum veio primeiro, já aí você imagina a genialidade da banda), seguindo música por música as cenas. Apenas duas músicas estão de fora do filme.  No disco, pode-se notar a perfeita combinação de Rogers e David, e as histórias do filme/músicas são todas baseadas na vida de Rogers. Toda sua vida aparece no filme, desde a morte de seu pai quando ainda era um bebê, como também da sua vida após se tornar um grande músico internacional com todos os problemas que conseguiu com sua mãe e esposa, e principalmente as drogas. Enfim, antes de acabar com essa dica do dia, vou deixar a história do filme que eu achei no Wiki aqui para vocês entenderem melhor.

"O filme trata da construção de um muro metafórico, que se trata de isolamento e alienação.
Pink é um roqueiro, uma das causas para seu comportamento depressivo. Pink começa o filme em um quarto de hotel que ele acabou de devastar, ao som de Vera Lynn cantando "The Little Boy that Santa Claus Forgot". Revela-se na cena seguinte que o pai de Pink morreu na Segunda Guerra Mundial ("When the Tigers Broke Free", Parte 1) - referência a Eric Fletcher Waters, o pai de Roger Waters, que morreu na Itália, durante a Batalha de Anzio em 1944. Pink começa a se ver como um ditador, cenas de tumulto e da Segunda Guerra. ("In The Flesh?") Segue a infância de Pink nos anos 50, ("The Thin Ice") com ele questionando a ausência de seu pai ("Another Brick In The Wall (Part I)") até aprender que este morreu na guerra ("When the Tigers Broke Free", Parte 2) ("Goodbye Blue Sky"). Na escola, é humilhado por compor poemas ("The Happiest Days Of Our Lives") - as letras de "Money", de The Dark Side of the Moon - e começa a pensar em se rebelar ("Another Brick In The Wall (Part II)"). Também sofre com sua mãe superprotetora ("Mother"). Pink cresce, se torna um astro de rock e, sem suportar a pressão, cai em depressão. Passa então a negligenciar a esposa,que se envolve com outro homem, e Pink se vinga comprando posses caras ("What Shall We Do Now"), e levando uma groupie para seu quarto. ("Young Lust") Eventualmente esta vai embora após Pink surtar e destruir seu quarto. ("One Of My Turns").

Pink começa a enlouquecer ("Don’t Leave Me Now")("Another Brick In The Wall (Part III)")("Goodbye Cruel World"), eventualmente raspando todos os pelos do corpo ("Is There Anybody Out There?") - referência a Syd Barrett, ex-membro da banda que apareceu nas gravações de Wish You Were Here sem sobrancelhas e pelos - e após tentar se reconectar a seu passado ("Nobody Home") começa a se ver como um ditador Neo-nazista ao assistir The Dam Busters ("Vera") ("Bring the Boys Back Home"). O empresário de Pink, junto com o gerente do hotel e alguns paramédicos, descobrem Pink e injetam drogas nele para que este possa se apresentar. ("Comfortably Numb") As drogas levam Pink a alucinar, imaginando ser um ditador, seu show uma manifestação. ("In The Flesh") Pink manipula a platéia e usa seu poder para que a platéia siga em frente e “limpe o mundo dos males das sociedades”, e seus seguidores atacam minorias étnicas e estupram a namorada branca de um negro. ("Run Like Hell") Pink faz uma apresentação cantando enquanto martelos em passo de ganso andam sobre Londres. ("Waiting for the Worms").

Então Pink tem um colapso ("Stop"), e vai para um banheiro onde recita poemas (que mais tarde se tornaram as canções "Your Possible Pasts" de The Final Cut e "5:11 AM (The Moment Of Clarity)" do álbum de Roger Waters The Pros and Cons of Hitch Hiking). Pink declara-se cansado de viver assim e pede para voltar a ser quem era antes. Segue-se então um julgamento na sua mente, onde ele encara seu passado. Pink é uma pequena boneca que mal se move, o juiz é um par gigantesco de nádegas, o advogado é uma figura alta e ameaçadora. Mãe, esposa e professor (este último, uma marionete) depõem contra ele, e a sentença do juiz é que cesse seu isolamento do mundo externo. ("The Trial") O muro se destrói, e crianças caminham na rua entre seus destroços. ("Outside the Wall")."


Por: A. Florêncio(Texto entre áspas retirado do Wikipédia)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres como player um.


Aproveitando que hoje se comemora o dia internacional da mulher eu decidi falar um pouco sobre as ladys mais famosas da industria dos videos games.





Como todos sabem no início os video games eram feito de homens para homens o que acarretava em jogos com personagens e tramas mais masculinos,só que as industrias de video games ainda não tinham percebido que no mundo existem mais mulheres do que homens.

 Mais no início dos anos 80 as coisas mudaram e as industrias de video games passaram a se adaptar e em 1980 foi lançado o “Pac-Man” pela Namco que por mais que os desenvolvedores neguem ele é um jogo feito para atrair o publico feminino pois o jogo é bem colorido e ele adora comer (eu sei é machista),principalmente quando aparecem aquelas cerejinhas,moranguinhos e outras frutas(tem coisa mais feminia do que isso?).Como o jogo ficou famoso a Midway (empresa responsavel pela distribuição do Pac-Man no EUA) decidiu lançar em 1980 a “ Ms. Pac-Man” que é uma versão feminina do “Pac-Man” com um lacinho rosa na cabeça,pois é eis que surge o primeiro protagonista feminino da historia do games.

Ms. Pac-Man



LadyBug

 E não parou por ai os anos 80 foi um avanço para as ladys já que passaram a surgir outras protagonistas do mundo do video game talvez não tão conhecidas mais que mudaram o rumo das coisas na época.”LadyBug” foi um dos jogos que embarcou no sucesso de “Pac-Man” e foi lançado na mesma época que a “Ms. Pac-Man” que é muito parecido até,só que a protagonista é uma Joaninha.”Canguroo” também foi um jogo muito importante lançado em 1983 pois além de ser um personagem feminino era a primeira protagonista mãe.E em 1984 saiu o primeiro jogo feito especialmente para garotas oGirl's Garden” onde a personagem principal (e humana) “Papri-chan” terá que colher flores para o seu namorado "Minto-kun" e durante a aventura pelo jardim ela tem que fugir de ursos usando potes de mel trazidos por abelhas e ainda tem mais ela não pode deixar o tempo acabar pois se isso acontecer a sua rival em tudo tem uma vaca  “Kokko-chan” pode chegar primeiro e dar presentes ao seu amado tomando o seu lugar no coração dele que safado ein?.O mais contraditorio disso é que os jogos eram criados por homens.E não podemos esquecer também de exemplos de personagem femininos que atraem os homens como “Chun-li” a primeira personagem feminina em jogos de 1x1 que estreou em 1991 no "Street Fighter II" e a famosa entre os homens "Lara Croft" que não muito diferente da "Chun-li" é famosa pelo seu físico.


Isso foi só um resumo do games,mais naquela epoca as mulheres foras do jogos também tiveram seu espaço na área de produção de jogos e criação de empressas como “Dona Bailey”  a primeira mulher para projetar um jogo de Arcade o “Centipede”, e “Amy Briggs” Criadora do primeiro jogo de aventura para meninas o “Plundered Hearts”.


Plundered Hearts
Centipede

Lara Croft em uma imagem promocional de Tomb Raider III
E é isso por mais que hoje seja comum jogos para garotas nós sabemos que muita garota curti um joguinho sangrento e meio machista neh?Para todas as Gamers um feliz dia internacional da mulher.


Por:R.Maxsuana.