Green Day
U2
Rolling Stones
The White Stripes
The Who
Quanto à jogabilidade do game, não tem muito que reclamar,
pois você tem a opção de atacar de longe através de flechas ou magia, ou ir ao
corpo a corpo com machados e/ou espadas. Também é possível jogar com um segundo
player, no modo co-op, porém, o jogo enfrenta alguns problemas em relação à
isso, tendo em vista que ambos os jogadores precisam dividir a tela para poder
controlar seu personagem. Já no modo online, se torna bem mais fácil, pois com
os outros players, o jogo se desenrolará mais facilmente, já que pode ter até três
players.
Existem certos filmes que parecem não envelhecer. Quanto
mais os anos passam, mais a mensagem presente neles se fortalece e se mantém
atual. Talvez o melhor exemplo desse tipo de filme seja o clássico “E.T. –
Extraterrestre”. Sem sombra de dúvida, o filme marcou a infância de muita
gente, e continua marcando, mesmo depois de três décadas de existência. O longa
é um documento fiel de uma época em que o cinema ainda mexia com a emoção das
pessoas, e o retorno financeiro não era prioridade. Com uma história divertida
e comovente, “E.T.” é capaz de reunir a família inteira no sofá e agrada tanto
as crianças como os adultos.
Spielber foi cuidadoso na escolha do elenco. A primeira
atriz contratada foi Drew Barrymore, que ganhou o papel da irmã de Elliott,
Gertie. Drew tinha apenas seis anos na época, e chegou a chorar de verdade nas
cenas dramáticas do filme. Logo depois Dee Wallace ficou com o papel da mãe de
Mary, Robert Macnaughton do irmão mais velho Michael, e finalmente Henry Thomas
como o protagonista Elliott.
Quem é leitor de quadrinhos sabe, a DC Comics já passou por inúmeras reformulações, tanto quanto a Gretcheen já trocou de marido. Mas parece que dessa vez vai dar certo. E, tudo bem, eles dizem a mesma coisa desde a “crise nas infinitas terras” (aguarde matérias sobre essa saga em breve), mas tudo indica que “Os novos 52” vieram mesmo para ficar. A nova fase que teve início com a minissérie “Ponto de Ignição” surgiu com o nobre intuito de atrair novos leitores ao fabuloso mundo dos super-heróis. Traduzindo ao pé da letra: as vendas de gibis estavam caindo, então os caras encontraram um jeito de vender mais revistas. Os números provaram que eles acertaram em cheio. A primeira edição de “Justice League” lançada em outubro do ano passado, quebrou recordes de vendas, e fez a DC ultrapassar a Marvel, coisa que não acontece desde... Bem, desde nunca! O que mais chamou atenção nesse admirável mundo novo foram as mudanças radicais que os nossos queridos heróis sofreram, cortesia de grandes nomes dos quadrinhos como George Pérez, Jim Lee, Geoff Johns, Paul Jenkins e Dan Jurgens só para citar alguns. As mudanças atingiram desde o figurino até mesmo o caráter dos heróis mais conhecidos do mundo. O Batman, por exemplo, não mudou muita coisa, mas ganhou muitas características dos filmes do Chris Nolan, inclusive aquela voz penetrante. O Superman, acredite se quiser, aprendeu a usar a cueca embaixo da calça, após mais de setenta anos de uso, além de ter ganhado um uniforme da hora. Ficou curioso e quer saber mais detalhes? Pois então corra logo para a banca mais próxima e adquira o seu exemplar, e aproveite porque finalmente “Os Novos 52” desembarcou aqui nas terras de Vera Cruz. Eu que não sou bobo nem nada, já comprei um dos gibis lançados pela Panini Comics.
A trama tem início quando Logan vai ao Japão atrás de sua
amada Mariko Yashida. Chegando lá, descobre que ela se casou contra sua
vontade. O casamento era o pagamento de uma dívida que o pai de Mariko, Shingen
Yashida, tinha com o seu clã, e apenas com essa dívida paga, Shingen poderia
assumir o comando dele e de sua família. Acontece que o nosso herói não aceitou
muito bem este fato, e a situação piorou quando Logan descobre que o marido de
sua amada é um sujeito de péssimo caráter. Desesperado, invade a fortaleza do
clã Yashida e acaba sendo humilhado e derrotado por Lorde Shingen. Logo depois,
se envolve com a misteriosa – e nada confiável – assassina Yukio, compra briga
com os ninjas do tentáculo e com tudo quanto é japonês. No decorrer da história,
Logan passa por momentos filosóficos (acredite) e reflete sobre o amor, honra e
o seu típico instinto assassino.